O desconforto da barriga não é geralmente uma manifestação do novo coronavírus, que se apresenta principalmente com tosse e expectoração, dor de garganta, febre e, em casos graves, falta de ar. O historial epidemiológico de nova infecção por coronavírus deve também ser tido em conta, como por exemplo se o paciente esteve numa área intermédia ou de alto risco, ou se esteve em contacto com pacientes com ou suspeitos de ter um novo coronavírus. Se não existir tal historial epidemiológico, um mero desconforto estomacal não é geralmente considerado uma infecção por neo-coronavírus. Claro que, para além dos sintomas de infecção do tracto respiratório superior, a infecção por neocoronavírus pode também apresentar outros sintomas para além dos sintomas respiratórios como os primeiros sinais e sintomas do sistema digestivo, tais como desconforto de barriga, náuseas, vómitos ou diarreia, dores abdominais. Também podem ocorrer sintomas cardíacos como pânico, tensão torácica e arritmia. Existem também sintomas neurológicos, tais como dores de cabeça, tonturas e náuseas. Uma perturbação do estômago não deve ser tomada de ânimo leve, por isso, se não se puder excluir um historial de viagens ou exposição em epidemiologia, os testes de ácido nucleico têm de ser aperfeiçoados, se necessário.