Os testes de VIH são principalmente testes laboratoriais, incluindo testes de anticorpos do vírus da imunodeficiência humana (VIH), testes qualitativos e quantitativos de ácido nucleico do VIH, etc. O teste laboratorial para anticorpos está dividido em duas fases: o teste de despistagem inicial e o teste de confirmação. Se ambos os testes forem positivos, o diagnóstico de SIDA é confirmado. O teste de despistagem inicial pode ser feito em casa com tiras-teste de VIH ou indo ao hospital para obter sangue para os anticorpos do VIH. Após o teste de rastreio inicial ser positivo, o sangue é então enviado para o CDC para completar o teste de confirmação, e o resultado do teste é também positivo para confirmar o diagnóstico de SIDA. Contudo, é importante notar que o teste de despistagem inicial pode ser falso negativo ou falso positivo e não é completamente exacto. Além disso, existe um período de janela após a infecção pelo VIH, e se o anticorpo ainda for negativo três meses após o comportamento de alto risco, a probabilidade de infecção pelo VIH é baixa. Para além dos testes laboratoriais, o médico pode também realizar alguns exames físicos e testes epidemiológicos para tornar os resultados dos testes mais abrangentes e precisos. Uma vez diagnosticados, os doentes precisam de tomar medicação e fazer um acompanhamento regular, tal como prescrito pelo médico. A SIDA ataca principalmente o sistema imunitário humano, pelo que a contagem de linfócitos irá diminuir, pelo que os doentes precisam de acompanhar com testes sanguíneos de rotina a tempo de reduzir o risco de doenças concomitantes. Actualmente, os medicamentos para o tratamento da SIDA são fornecidos gratuitamente pelo Estado. Os doentes devem cooperar activamente com os seus médicos para minimizar os riscos e danos.