Nenhum benefício da quimioprevenção de selénio: O Grupo Colaborativo de Oncologia Oriental (ECOG) realizou um estudo clínico intergrupal aleatório duplo-cego fase III no qual 1522 pacientes com NSCLC fase I submetidos a ressecção cirúrgica receberam levedura de selénio ou placebo, com um seguimento médio de mais de 4 anos. Não houve diferença significativa entre os dois grupos. Qual é o benefício a longo prazo da quimioterapia neoadjuvante? Um estudo francês com um seguimento mediano de 13,8 anos em 355 pacientes com NSCLC cirurgicamente ressecável mostrou que 2 ciclos de quimioterapia neoadjuvante com mitomicina + isociclofosfamida + cisplatina (2 ciclos de terapia adjuvante pós-operatória para os que eram eficazes) não melhoraram significativamente o SO do paciente em comparação com a cirurgia isolada, mas resultaram num benefício de sobrevivência estável de 8% em 10 anos, com uma análise multivariada sugerindo um benefício a longo prazo. A terapia adjuvante de Gefitinib não melhorou a sobrevivência: O seguimento de 4,7 anos do estudo NCIC CTG BR.19 mostrou que em 503 pacientes com fase de pós-resecção IB a IIIA NSCLC, 2 anos de terapia adjuvante de gefitinib versus placebo. Não houve sobrevida significativa sem doença (DFS) ou benefício de SO com tratamento, e a replicação de KRAS e EGFR não teve valor prognóstico ou prognóstico de eficácia para o tratamento com gefitinibe.