As mulheres grávidas com febre de 38°C têm um efeito no feto, cuja extensão depende da duração da febre, da doença primária e dos sintomas que a acompanham, e da semana de gravidez. Uma febre pode causar perturbações metabólicas e produzir toxinas no corpo, que podem entrar na placenta através da circulação sanguínea, afectando assim o crescimento e desenvolvimento do feto. No início da gravidez, o corpo é relativamente sensível e o sistema imunitário é baixo, tornando fácil para uma mulher grávida apanhar uma constipação comum que causa febre, que geralmente tem pouco efeito sobre o feto. A febre deve ser arrefecida fisicamente e com água quente para promover o metabolismo. Se a febre for causada por outras doenças, tais como nefrite, pneumonia, hipertiroidismo, etc., deve ser procurada assistência médica imediata. Se a febre durar muito tempo, pode ter um grande impacto no feto, causando aborto espontâneo e malformação fetal no início da gravidez e parto prematuro e angústia fetal nas fases média e tardia. A febre em mulheres grávidas é geralmente tratada de forma sintomática, uma vez que muitos tratamentos ou medicamentos não estão disponíveis durante a gravidez. Os adultos têm um sistema imunitário relativamente forte e podem metabolizar as toxinas produzidas pela febre e excretar-as do corpo, mas os fetos têm um sistema imunitário mais fraco e não podem excretar as toxinas introduzidas através da placenta. Por conseguinte, as mulheres grávidas com febre devem procurar cuidados médicos rápidos para identificar a causa da febre e depois tratá-la para evitar danos ao feto.