A vertigem é uma perturbação sensorial subjectiva em que o paciente sente que ele ou os objectos que o rodeiam rodam ou abanam, muitas vezes com distúrbios objectivos de equilíbrio, sem prejuízo da consciência. Existem vários factores que contribuem para a ocorrência de vertigens, que podem variar dependendo da etiologia. Clinicamente, existem dois tipos principais de vertigens: 1) vertigem sistémica vestibular; 2) vertigem sistémica não-vestibular. A vertigem sistémica vestibular, também chamada vertigem verdadeira, é principalmente causada por disfunção do sistema nervoso vestibular, como por exemplo: Doença meniere, vaginite, neuronite vestibular, epilepsia, etc. A maioria das manifestações são sensação de rotação, sensação de tremor, sensação de movimento, etc. As manifestações clínicas específicas variam de acordo com a etiologia. A vertigem sistémica não-vestibular, também chamada vertigem geral, é principalmente causada por doenças sistémicas, tais como doença cardiovascular, doença hematológica, doença tóxica, vertigem neuropsiquiátrica, etc. As principais manifestações são vertigens, inchaço da cabeça, tonturas e vertigens. Dependendo da causa, cada doença tem as suas próprias manifestações clínicas características, e a vertigem é apenas um sintoma concomitante. Se os pacientes sentirem que têm sintomas como visão rotativa, tonturas e sensação de tremor, recomenda-se consultar o departamento de neurologia para confirmar o diagnóstico, completando testes e exames laboratoriais relevantes, e para encontrar a causa dos ataques de vertigens para o tratamento sintomático.