Quais são os testes auxiliares para a enterite por radiação?

>br /> Nas fases iniciais da enterite por radiação ou em casos de lesões leves, pode não haver resultados específicos no exame dos dedos. Pode haver apenas contractura e sensibilidade do esfíncter anal. Em alguns casos, a parede rectal anterior pode ser edematosa, espessada, endurecida, e manchada de sangue nos dedos. Por vezes, podem ser palpadas úlceras, estrangulamentos, ou fístulas, e em 3% dos casos com danos rectais graves, forma-se uma fístula rectovaginal. Um exame vaginal pode ser feito ao mesmo tempo para ajudar no diagnóstico.

Colonoscopia é uma ferramenta essencial para diagnosticar a proctite por radiação, avaliar a extensão da lesão com base em alterações microscópicas típicas, e realizar biopsia de tecido, se necessário, para excluir a recorrência do tumor. As alterações colonoscópicas da PCR incluem dilatação capilar, congestão da mucosa, ulceração, estenose, necrose, etc., entre as quais a dilatação capilar é a mais típica.

Testes laboratoriais incluem testes de sangue e sangue oculto fecal de rotina para compreender o grau de anemia; testes de marcadores tumorais para excluir a recorrência; teste de respiração, cultura de conteúdo intestinal, teste de produto de sal da bílis no sangue, etc., podem ajudar a esclarecer a causa da diarreia.

Exames de imagiologia: a ecografia do pavimento pélvico e endoluminal rectal pode ajudar a determinar a causa da dor anal e da incontinência anal; a TC/RN do abdómen e da pélvis pode ajudar a excluir a recorrência do tumor; a imagem do tracto gastrointestinal pode ajudar a determinar a localização e o grau da fístula intestinal radioactiva.