Diz-se que um feto com um diâmetro biparietal inferior ao normal na ecografia tem um diâmetro biparietal pequeno, na maioria das vezes devido a microssomia fetal. No entanto, a hipoplasia biparietal grave pode estar associada a microcefalia, mas não existe um limite específico de semanas de gestação. Em alguns casos, a semana de gestação pode ser maior do que a semana real de conceção devido a uma conceção tardia ou a ciclos menstruais longos. O tamanho do feto varia entre 9,3 cm no termo, 7 cm às 28 semanas de gestação e 8 cm às 32 semanas de gestação, sendo o tamanho pequeno do feto determinado não só pelo diâmetro biparietal mas também pelo peso fetal estimado na ecografia. Se a ecografia previr que o peso fetal é inferior a 10% do peso normal para a semana de gestação correspondente, é feito o diagnóstico de restrição do crescimento fetal. Para além disso, a hipoplasia biparietal grave pode ser combinada com microcefalia, mas não há provas claras sobre a quantidade de hipoplasia biparietal que pode ser combinada com malformação. Em conclusão, a presença de microcefalia baseia-se em achados clínicos e testes de rastreio durante a gravidez. Por conseguinte, se o feto for de facto pequeno, a grávida deve ter o cuidado de descansar mais e aumentar a alimentação. Se houver suspeita de anomalias fetais, o rastreio do cariótipo e a ecografia 4D devem ser realizados após as 12 semanas de gravidez.