Dor de puxão no fundo da barriga às 36 semanas de gravidez

A dor de tração na parte inferior do abdómen às 36 semanas de gravidez pode estar relacionada com a tração dos ligamentos uterinos, com o aumento do nível de estrogénios, com o assentamento da cabeça do feto, etc. A situação específica exige que a paciente se dirija ao hospital para descobrir a causa e, em seguida, efetuar um tratamento sintomático. Causas e tratamentos mais comuns: 1. Tração dos ligamentos uterinos: à medida que o feto se desenvolve no final da gravidez, o útero aumenta gradualmente de tamanho, o que provoca um aumento da pressão na cavidade abdominal, o que faz com que os ligamentos redondos do útero sejam puxados, causando assim dor. Se o feto se move no útero, ou porque o útero pressiona a bexiga, pode causar dor de puxão na parte inferior do abdómen, o que geralmente é um fenómeno fisiológico normal. As mulheres grávidas precisam prestar atenção ao descanso, evitar a permanência prolongada ou sedentária, evitar atividades extenuantes; 2, os níveis de estrogênio subir: o corpo irá secretar níveis mais elevados de estrogênio durante a gravidez, sob a influência de hormônios, pode fazer os ligamentos da sínfise púbica relaxar, o que leva à separação da sínfise púbica, causando dor. Neste momento, as mulheres grávidas podem usar uma cinta pélvica sob a orientação de um médico profissional para reduzir os sintomas de separação da sínfise púbica, a fim de aliviar a dor; 3, a cabeça do feto se instalando: quando a cabeça do feto gradualmente se instala na pelve, a extrusão de tecidos locais, também pode causar dor semelhante a puxar no abdômen. Geralmente não há necessidade de tratamento, mas se a grávida sentir dores evidentes e acompanhadas de uma pequena hemorragia vaginal, deve dirigir-se ao hospital a tempo de melhorar o exame e aguardar o parto. Precauções: Às 36 semanas de gravidez, quando o bebé se aproxima do termo, as mulheres grávidas devem prestar atenção ao controlo do seu próprio peso corporal e vigiar de perto a sua pressão arterial para evitar a pré-eclâmpsia, ou o aumento rápido de peso e o tamanho excessivo do feto. Também é necessário ir ao hospital para monitorizar os batimentos cardíacos do feto, para determinar se está a ocorrer hipoxia intra-uterina no feto e para monitorizar as contracções, podendo também aumentar a quantidade de atividade sob a orientação de um profissional de saúde, a fim de facilitar a boa evolução do parto vaginal.