O tratamento cirúrgico do cancro do pâncreas só pode remover o tumor sólido visível a olho nu, mas algumas das células cancerosas sofreram disseminação local, metástases sanguíneas ou linfáticas, pelo que existe a possibilidade de recidiva pós-operatória e metástases para órgãos distantes. O cancro da cabeça do pâncreas é um tumor do aparelho digestivo altamente maligno, de início insidioso, e os doentes em fase inicial não apresentam basicamente qualquer sintoma. Muitos doentes vêm à clínica após dor abdominal, emaciação, iterícia e outros sintomas, e já evoluíram para a fase média ou tardia. O cancro da cabeça do pâncreas tem características biológicas, como infiltração e metástase, por isso, mesmo que os doentes em fase inicial sejam submetidos a ressecção cirúrgica, o efeito do tratamento cirúrgico não é bom e a taxa de recorrência e metástase após a cirurgia é elevada. A metástase hepática após a ressecção do cancro do pâncreas ocorre geralmente quando as células do cancro do pâncreas sofrem metástases hematogénicas antes da cirurgia, mas o exame imagiológico não detecta estes pequenos focos metastáticos e os focos metastáticos crescem gradualmente após a cirurgia, pelo que é encontrada metástase hepática do cancro do pâncreas. Recomenda-se a realização ativa de um tratamento normalizado sob a orientação de especialistas, a fim de melhorar a taxa de sobrevivência.