O cancro do pulmão é facilmente mal diagnosticado na sua fase inicial. Os seus sintomas incluem principalmente tosse, sangue na expectoração, febre e dores no peito, que podem ser facilmente consideradas como “inflamação pulmonar” ou “tuberculose pulmonar”, especialmente para os pacientes com antecedentes de bronquite ou dilatação brônquica e um historial de tosse e hemoptise na sua vida diária. É mais provável que seja negligenciada, resultando em atrasos no diagnóstico e tratamento. O cancro do pulmão é mais comum em homens com cerca de 45 anos de idade que fumam mais de 20 cigarros por dia. Neste grupo, se ocorrerem sintomas como tosse seca irritante e sangue na expectoração, os pacientes devem procurar atenção médica o mais cedo possível e seguir as instruções do médico para os testes necessários, tais como raio-X torácico, expectoração das células cancerosas, broncoscopia fibrosa, TAC torácica e punção pulmonar percutânea. Além disso, também se podem fazer análises ao sangue. Por vezes, não é possível descobrir as células cancerígenas de uma só vez, pelo que é necessário verificar repetidamente até que esteja claro. A radiografia regular do tórax de 6 em 6 meses, o exame CT se necessário e a expectoração para encontrar células cancerosas são os principais métodos para detectar cancro do pulmão assintomático e merecem ser defendidos. Além disso, para algumas pessoas com sintomas e sinais extra-pulmonares, como o pilão e o dedo do pé, ginecomastia, doença de pele súbita e outras manifestações, deve também ser feito um exame mais aprofundado para evitar que o cancro do pulmão não seja detectado precocemente.