Introdução à Terapia de Tumor Intervencionista Minimamente Invasiva

A medicina intervencionista minimamente invasiva é um ramo da oncologia cirúrgica, que também se intersecta com a imagiologia, e tem uma história relativamente curta de menos de 30 anos. As terapias intervencionistas caracterizam-se por baixo trauma, amplas indicações, eficácia fiável, baixa taxa de recorrência, baixo custo, tempo operatório curto, recuperação rápida e tratamento repetível. Em tumores sólidos, a terapia intervencionista pode tratar quase tudo o que a cirurgia pode tratar, e mesmo muitas doenças que não podem ser tratadas pela cirurgia podem ser feitas pela medicina intervencionista. No caso do cancro do fígado, a radioterapia e a quimioterapia são geralmente ineficazes e a cirurgia é quase a única opção. O tratamento intervencionista pode abranger quase todos os doentes com cancro do fígado e tem uma gama mais vasta de indicações do que a cirurgia tradicional. Mesmo para pacientes em fases avançadas, onde as tarefas cirúrgicas tradicionais são apenas sintomáticas, o tratamento intervencional pode reduzir a dor do paciente e, até certo ponto, prolongar a sua sobrevivência. Para o cancro do pulmão, onde a cirurgia de coração aberto é mais invasiva devido à obstrução da caixa torácica da costela, o tratamento intervencional é também uma excelente ferramenta.