Quando a causa do derrame pericárdico não pode ser identificada, a primeira coisa a fazer é ajustar a sua rotina diária e efetuar exames cardíacos regulares, podendo tratar os sintomas de acordo com os sintomas específicos. 1) Adaptar o estilo de vida: Numa pequena percentagem de casos em que a causa do derrame pericárdico não pode ser identificada, pode considerar-se que se trata de uma reação ao stress provocada por uma combinação de factores como o trabalho e o descanso, a alimentação e outros factores. Melhorar o seu estilo de vida e desenvolver uma rotina saudável pode ajudar a regular o seu sistema imunitário e melhorar gradualmente o derrame pericárdico. 2) Exames médicos regulares: Se a causa do derrame pericárdico não puder ser identificada, pode dever-se à ausência de sintomas claros de infeção e lesão. Os exames cardíacos regulares, juntamente com electrocardiogramas, ecografias ou punções, podem ajudar a acompanhar a saúde do coração. 3) Tratamento sintomático: Quando a causa do derrame pericárdico não pode ser determinada, pode ser efectuado um tratamento sintomático das complicações. A drenagem por punção pode ser efectuada quando estão presentes sintomas como dispneia ou tamponamento pericárdico. Quando o derrame pericárdico provoca complicações como leucocitose ou febre, pode ser considerada uma terapêutica anti-infecciosa inicial sob a supervisão de um médico para monitorizar a eficácia do tratamento, e podem ser escolhidos medicamentos como o aciclovir ou a ribavirina, de acordo com as indicações do médico. Se não for possível determinar a causa do derrame pericárdico, recomenda-se a manutenção de um estilo de vida e de uma dieta saudáveis, a realização de exames médicos regulares e o tratamento da doença conforme prescrito pelo médico, em vez da automedicação.