Sabe sobre o LEEP?

  LEEP, abreviado como Lopelectrosurgicalexcisionprocedure, foi relatado pela primeira vez em 1984 por Cartier, um inglês. O LEEP pode ser utilizado não só como método de diagnóstico de lesões cervicais, mas também, e mais importante ainda, como ferramenta terapêutica.  Diagnóstico de lesões cervicais O modelo tradicional é: acompanhamento regular de doentes com citologia cervical anormal, ou biopsia multiponto do colo do útero para exame patológico sob orientação colposcópica, o que implica inevitavelmente uma amostragem incompleta devido à origem multicêntrica das lesões cervicais, e por vezes até uma amostragem repetida para um diagnóstico definitivo. O LEEP, por outro lado, pode remover completamente a lesão, o que reduz a taxa de fuga do cancro do colo do útero e causa poucos danos no tecido lesionado e não afecta os resultados do exame anatomopatológico.  Tratamento das lesões cervicais Nos últimos anos, com a actualização do equipamento médico e a melhoria da tecnologia, a taxa de detecção de lesões pré-cancerosas do colo uterino aumentou significativamente, especialmente em pacientes jovens. No passado, uma vez diagnosticadas como lesões pré-cancerosas, era frequentemente necessário o tratamento cirúrgico —- para histerectomia total, enquanto o LEEP consegue um tratamento minimamente invasivo para tais pacientes, ou seja, o útero e o colo do útero podem ser preservados, protegendo assim a integridade dos órgãos reprodutivos e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. O LEEP tornou-se agora um dos métodos mais utilizados para o tratamento de lesões cervicais na Europa, América e em muitos países e regiões do mundo.