Que testes são necessários para o gotejamento pós-urinário?

  O gotejamento após a micção é um sintoma de gotejamento residual que permanece após a micção. As causas do gotejamento pós-urinário são complexas, pelo que os pacientes devem ir a um hospital regular para examinar as causas e tratar os sintomas em tempo útil, e não tomar medicamentos cegamente.  Resultados dos exames (1) Os pacientes são homens idosos, geralmente com mais de 50 anos de idade.  (2) Ao exame, uma bexiga aumentada pode ser vista na parte inferior do abdómen.  (3) Durante o exame do dedo anal, a glândula prostática pode ser palpada e elevada, com o sulco central a desaparecer ou a alargar-se de ambos os lados. Uma bexiga distendida pode muitas vezes ser palpada no bordo superior da glândula alargada.  (4) Sinais de hérnia, hemorróidas, prolapso e outras comorbilidades também podem ser observados.  Diagnóstico O termo médico para hiperplasia benigna da próstata (BPH) divide-se em hiperplasia histológica da próstata e hiperplasia clínica da próstata. A primeira é encontrada por autópsia, onde há um aumento significativo do volume da próstata, ou hiperplasia microscópica da próstata, mas pode ser clinicamente sintomática ou assintomática.  Estes últimos podem ser identificados por três itens: (1) Sintomas prostáticos (micção frequente, noctúria, gotejamento incompleto de urina, esforço para urinar, etc.)  (2) Alargamento da próstata (volume da próstata >20ml).  (3) Indicação de obstrução da saída da bexiga.  Para a hiperplasia histológica da próstata, a incidência é aproximadamente a mesma em todos os países numa perspectiva mundial, e todos têm uma relação clara com a idade, ou seja, o aumento da idade aumenta a incidência. Autópsias estrangeiras relatam que a hiperplasia prostática é de 10% aos 35 anos de idade, e aumenta com a idade ano após ano, até 85% aos 85 anos de idade.  Os testes de diagnóstico para o aumento da próstata: 1. exame físico: verificar se o paciente não responde, se é anémico, ou se está inchado. Hipertensão (para identificar ou excluir pistas de uremia precoce); a presença e localização das massas abdominais (para determinar se a obstrução do tracto urinário é compensada ou descompensada); a presença ou ausência de descarga uretral e se o epidídimo é aumentado (para determinar se há co-infecção).  2. exame do dedo anal: verificar o tom do esfíncter anal (para distinguir a bexiga neurogénica) e o estado da próstata, observando o tamanho da próstata, o desaparecimento do sulco central, a presença de nódulos, a dureza da próstata e a presença de dor de pressão, etc.  3. testes laboratoriais: testes de urina de rotina para detectar quaisquer infecções combinadas do tracto urinário; sangue de rotina e testes bioquímicos: a redução da hemoglobina e o aumento do nitrogénio ureico sugerem uremia.