Os pólipos cervicais são crescimentos cervicais causados por estímulos inflamatórios repetidos. Nas fases iniciais, não há sintomas óbvios, mas se o tamanho do pólipo for demasiado grande, pode causar hemorragia indolor. Se o pólipo cervical apresentar sintomas óbvios, tem de ser tratado atempadamente. Nesta fase, o tratamento do pólipo cervical baseia-se principalmente na cirurgia. O ginecologista remove o pólipo diretamente através de cirurgia sob a orientação de um colposcópio eletrónico. Os medicamentos e outros métodos de tratamento dos pólipos não são muito eficazes. A maioria dos pólipos cervicais encontra-se no exterior do colo do útero e pode ser diagnosticada por colposcopia ou ecografia. Se não forem removidos cirurgicamente a tempo, podem tornar-se cada vez maiores, bloqueando o orifício cervical e causando uma série de sintomas clínicos, como infertilidade, hemorragias abundantes e a incapacidade de os espermatozóides passarem através do orifício cervical. O processo de remoção cirúrgica é relativamente simples: após a esterilização, o cirurgião utiliza um dilatador vaginal para abrir a vagina e, em seguida, remove o pólipo que cresceu no orifício cervical diretamente com um bisturi, o que demora apenas cerca de 3-5 minutos. Após a operação, são necessários mais fluidos anti-inflamatórios para evitar infecções ou hemorragias. Após a cirurgia de remoção do pólipo cervical, as relações sexuais são proibidas durante 40 dias, não se pode tomar banho durante uma semana e não se pode comer alimentos picantes e frios. Além disso, é necessário efetuar um exame regular para evitar a recorrência dos pólipos cervicais. Uma vez detectados, os pólipos cervicais têm de ser removidos a tempo, porque é muito provável que se tornem malignos.