Dependendo do método de preparação da vacina, existem principalmente vacinas inactivadas, vacinas vivas atenuadas e vacinas recombinantes de proteínas, que podem afectar o organismo em diferentes graus e, por conseguinte, o tempo apropriado para conceber varia. As vacinas proteicas inactivadas ou recombinantes mais comuns para vírus como os novos vírus corona e rubéola são relativamente imunogénicas e normalmente não têm um efeito significativo no estado de preparação da gravidez. A vacina viva atenuada, por outro lado, retém alguns dos componentes activos do vírus e da gravidez num curto período de tempo após a vacinação pode resultar no embrião ser afectado. Além disso, a vacina contra o HPV pode ter alguns efeitos secundários tóxicos no feto e o curso completo da vacinação demora muito tempo, pelo que se recomenda que aqueles que receberam estas vacinas esperem 6 meses antes de procederem a uma gravidez natural. As pacientes que já estejam grávidas durante este período podem ir ao hospital para fazer os testes relevantes para determinar se existe um risco potencial para o feto e decidir se devem continuar com a gravidez sob a orientação do médico.