A cirurgia histeroscópica consiste na aplicação de um histeroscópio de 9 mm, sob anestesia com glicose ou expansão salina do útero, através dos orifícios naturais da mulher – vagina – colo do útero – na cavidade uterina, electrocutando pólipos endometriais, miomas submucosos uterinos, leiomiomas intermurais e miomas intermurais, miomas próximos da membrana plasmática do útero, deformidades diafragmáticas uterinas, aderências uterinas, gravidezes por incisão de cesariana e resíduos embrionários uterinos. É a cirurgia minimamente invasiva mais clássica porque é menos dolorosa sem laparotomia, tem uma recuperação pós-operatória mais rápida, menor morbilidade no futuro próximo, menos complicações a longo prazo, preserva a integridade do útero e não afecta a função ovárica e os ambientes internos pélvicos e abdominais.