A chave para a microcirurgia, tal como o replantio de dedos cortados e abas livres, que são comuns na cirurgia das mãos, é o fluxo sanguíneo. Só se o paciente estiver em bom estado vascular após a lesão e a anastomose for de alta qualidade é que a operação pode ser bem sucedida. Por exemplo, se um dedo cortado for severamente esmagado no momento da lesão, mesmo que seja cortado do segmento proximal, não há maneira de o reimplantar. Pelo contrário, se for uma lesão cortada com faca com bom estado vascular, mesmo que seja cortado da ponta do dedo, há uma hipótese de o reimplantar. Como o vaso anastomosado, irritado por várias causas, pode espasmar e embolizar após a cirurgia, existe a possibilidade de que a exploração cirúrgica ou mesmo a necrose seja necessária após a cirurgia e a operação falhe. Portanto, tudo o que o cirurgião pode fazer é tentar anastomizar o vaso e anastomizar mais vasos para garantir o sucesso da operação.