A reimplantação do dedo cortado divide-se em duas categorias: desarticulação completa e desarticulação incompleta. A chamada desarticulação completa é muito fácil de entender, a desarticulação incompleta refere-se à lesão da parte distal do dedo e a parte proximal do dedo está conectada, mas a operação deve ser anastomosada com vasos sanguíneos para garantir a sobrevivência do dedo, que deve ser diferenciada da fratura falangeana aberta e lesões de tendões e nervos. Em termos simples, os vasos sanguíneos têm de ser anastomosados para que se possa considerar a reimplantação. A reimplantação significa que, para além da reparação de rotina da fratura e do tendão, o prestador de cuidados de saúde deve efetuar uma anastomose vascular delicada com a ajuda de uma lupa cirúrgica ou de um microscópio ótico para garantir a sobrevivência da extremidade distal do dedo lesionado.