O risco de ter um bebé aos 38 anos de idade tem de ser considerado no contexto da saúde da mulher. Teoricamente, as mulheres com mais de 35 anos são consideradas de idade materna avançada, mas se estiverem de boa saúde, geralmente não estão em risco. Se a mãe tiver problemas de saúde mais graves, tais como doença cardíaca ou tensão arterial elevada, terá de discutir com o seu médico antes de decidir se deve prosseguir com a gravidez. A importância dos exames de maternidade pode efectivamente evitar alguns dos perigos de ter um bebé numa idade avançada: 1. aumentar o número de exames de maternidade: devido à natureza especial da maternidade avançada, é necessário aumentar o número de exames de maternidade para que os problemas possam ser detectados e tratados o mais cedo possível; 2. aumentar o número de vilosidades coriónicas humanas e exames de líquido amniótico: através da punção da placenta e do líquido amniótico para colher amostras, é possível detectar se ocorrem anomalias cromossómicas, malformações e doenças genéticas no feto; 3. 3. reforçar a monitorização da tensão arterial e da glicemia: a incidência de complicações durante a gravidez aumenta nas mulheres mais velhas, pelo que é importante reforçar a monitorização da tensão arterial e da glicemia para reduzir o risco de gravidez; 4. Afinal, o risco de perfuração do sangue do cordão umbilical é maior do que o de amniocentese; 5. Aumentar a monitorização sistémica da ultra-sonografia fetal: aumentar a monitorização sistémica da ultra-sonografia, tal como a ultra-sonografia do coração fetal, para descartar malformações estruturais no feto.