Porque é que as crianças com doença pré-cardíaca são propensas a desenvolver um corpus cavernosum?

  Existem dois tipos de deformidade: Tipo I: a cartilagem da costela em ambos os lados do esterno é profundamente deprimida, o esterno como um todo é levantado para a frente e o sabre aponta para trás, e a secção longitudinal do esterno é em forma de proa, sendo a parte inferior do esterno a mais pronunciada. Tipo II: O talo esternal, a parte superior do corpo esternal e a parte superior da cartilagem das costelas sobressaem para a frente, a parte inferior do corpo esternal é deprimida para trás, e a cartilagem das costelas em ambos os lados do corpo esternal é também deprimida para dentro, enquanto a parte inferior do corpo esternal e a protuberância do sabre são dobradas para a frente, a secção longitudinal do esterno tem aproximadamente a forma de “Z”, algumas pessoas também lhe chamam um subtipo de peito de funil.  No passado, pensava-se que a combinação da doença pré-cardíaca com o peito de uma galinha se devia à respiração frequentemente trabalhada da criança e às dificuldades respiratórias causadas por repetidas infecções pulmonares. Contudo, as crianças com prediabetes são frequentemente propensas a infecções das vias respiratórias, mas não é comum desenvolverem um corpus cavernosum, pelo que se pensa que, tal como o desenvolvimento do prediabetes, o corpus cavernosum está geneticamente relacionado, e existem também teorias de crescimento excessivo das costelas e desenvolvimento anormal do local de fixação do diafragma.