A espironolactona é um diurético que preserva o potássio, mas tem um efeito diurético fraco. Tanto os homens como as mulheres não devem tomar espironolactona sem uma indicação para ela, pois não só não terá qualquer efeito benéfico sobre o organismo, como também causará uma série de reacções adversas. A espironolactona é indicada para aldosteronismo primário e edema causado por insuficiência cardíaca, cirrose do fígado, ascite, síndrome nefrótica e outras doenças, aldosteronismo secundário, e tem um efeito diurético mais moderado, ao mesmo tempo que ajuda a melhorar a função cardíaca e a baixar a pressão arterial, e também pode ser usada como coadjuvante no tratamento da hipertensão. Os pacientes não devem tomar espironolactona sem estas indicações ou sem um conselho médico claro. A espironolactona causa frequentemente reacções gastrointestinais tais como náuseas, vómitos e diarreia, bem como dores de cabeça, tonturas, sonolência e urticária. Como a espironolactona é um diurético protector do potássio, a sua utilização não autorizada pode também induzir hipercalemia. Além disso, as mulheres que tomam espironolactona sem autorização podem causar anomalias estrogénicas, com sintomas adversos tais como dores mamárias, aumento da pilosidade, distúrbios menstruais, diminuição da libido e tónus espessado. As pacientes devem, portanto, evitar tomar a medicação ao acaso, e mesmo que a tomem sob supervisão médica, devem tomá-la a tempo e na quantidade certa, e não alterar a dosagem à vontade.