A síncope premonitória é uma síncope vasovagal relativamente comum nos jovens e é muito comum. Recorre frequentemente, especialmente quando sob considerável stress emocional, fadiga extrema, dor, pânico, ou em salas cheias e quentes. Então, quais são os testes que precisam de ser feitos para o prognóstico da síncope? Os testes de síncope são os seguintes: 1. ecocardiografia: Esta é uma técnica muito importante no diagnóstico de doenças cardíacas estruturais e desempenha um papel importante na estratificação do risco com base na FEVE. A ecografia cardíaca pode identificar doenças cardíacas orgânicas (estenose aórtica, aneurismas de mucina atrial, compressões pericárdicas, etc.). Em alguns casos, pode ser realizada uma ecografia esofágica. TC e RM, CTA: A TC e a RM podem ser indicadas em doentes com doenças específicas (coarctação da aorta, embolia pulmonar, massas cardíacas, doença pericárdica e miocárdica, anomalias congénitas das artérias coronárias, etc.). Monitorização de ECG: Inclui ECG ambulatorial (Holter), monitorização durante a hospitalização, gravadores electrocardiográficos implantáveis (ILR) e sistemas de monitorização remota (casa). sistemas. Monitorização imediata de ECG intra-hospitalar para doentes de alto risco. Holter em pacientes com episódios frequentes de síncope ou síncope de aura. 2. exame electrofisiológico intracardíaco: A causa mais comum de síncope cardiogénica é a arritmia cardíaca, que pode levar a alterações hemodinâmicas resultando numa redução significativa do débito cardíaco e do fluxo sanguíneo cerebral, levando à síncope. Os tipos incluem: (i) síndrome do nó sinusal patológico (incluindo a síndrome do jejum lento). (ii) Perturbações do sistema de condução atrioventricular. (iii) Taquiarritmias supraventriculares. (iv) Taquiarritmias ventriculares. ⑤ Síndrome do QT longo. (vi) Síndrome de Brugada. (vii) Associado a pacemakers e ICDs. (viii) Efeitos arritmogénicos das drogas. O padrão ouro para o diagnóstico de síncope arrítmica deve ser a ocorrência de sintomas sincopais juntamente com uma arritmia documentada na monitorização de ECG. Contudo, a síncope é intermitente e a duração dos sintomas é breve, e testes convencionais como o ECG e Holter têm um baixo rendimento de diagnóstico para síncope arrítmica. Um exame electrofisiológico (EPS) identifica as possíveis causas de síncope através da avaliação da função do nó sinusal, da função de condução atrioventricular, das arritmias supraventriculares induzidas e da taquicardia ventricular, e faz uma avaliação de risco para futuros eventos a fim de orientar o tratamento. Quando se suspeita que a síncope se deve a uma arritmia grave e a um ECG convencional, o exame Holter não revela as provas acima referidas, pode ser realizado um exame electrofisiológico intracardíaco.