A tosse com síncope, ou síndrome tosse-síncope, caracteriza-se por uma perda transitória e completa da consciência após tossir, sem incontinência urinária ou fecal, que pode ser totalmente recuperada por si só. Alguns doentes com doenças respiratórias são propensos a este sintoma. 1. a patogénese principal ainda não está completamente esclarecida, pode ser uma tosse violenta sustentada, a pressão da cavidade torácica subitamente aumentada, reduzindo assim o retorno venoso, o débito cardíaco diminuído, levando, em última análise, a uma diminuição súbita da síncope transitória da perfusão cerebrovascular. Também é possível que, ao tossir, a pressão na cavidade torácica flutue muito, o que estimula os receptores de pressão, provoca a dilatação dos vasos sanguíneos periféricos e a pressão arterial diminui rapidamente, resultando no fenómeno de síncope. 2. tratamento, principalmente através do uso de medicamentos como codeína, nalcodona, benadryl, etc. para controlar a tosse. Os doentes devem consultar atempadamente o serviço de medicina respiratória ou o serviço de neurologia e realizar exames relevantes, como eletrocardiograma, eletroencefalograma, TAC cerebral, etc., de modo a esclarecer a causa da doença e a fornecer tratamento sintomático. Os medicamentos acima referidos devem ser administrados sob a orientação de médicos profissionais.