Perturbação e reparação de cirurgia vaginal (VI)

  Que tipo de ‘forro’ é melhor?  Em termos de anatomia vaginal, uma vagina devidamente desenvolvida é um ‘canal’ em forma de ‘H’ com o colo do útero no topo e o hímen no exterior. As paredes deste ‘canal’ são constituídas por membrana mucosa, camada muscular e membrana de tecido fibroso. O cólon sigmóide e o intestino delgado têm uma estrutura semelhante e estão também próximos do pavimento pélvico, tornando-os ideais para intercepção como ‘forro’. O enxerto vascularizado tem mais probabilidades de sobreviver e, como o canal intestinal tem uma função secretora, evita o problema da secura vaginal, embora o odor das secreções seja semelhante ao do intestino.  De um ponto de vista invasivo, o nosso procedimento de substituição do tubo intestinal cria uma nova vagina, ao mesmo tempo que destrói a integridade do tubo intestinal, o que aumenta o risco do procedimento, mesmo que não afecte a função intestinal. Embora seja agora possível realizar este procedimento laparoscopicamente, ainda é muito mais invasivo do que os procedimentos anteriores.  O procedimento cirúrgico é quase perfeito, mas o trauma cirúrgico é muito maior, e o risco de cirurgia aumenta em paralelo.  O risco vem sempre com esperança, e a reparação vem sempre com destruição.