A causa exacta não é clara, mas pensa-se que o músculo esternocleidomastóideo é danificado durante o nascimento, resultando em contractura muscular, que é normalmente vista do lado direito, com a cabeça inclinada para a direita e o maxilar apontado para o ombro esquerdo, ou o oposto se a criança for do lado esquerdo. A cabeça da criança é frequentemente encontrada inclinada para um lado no primeiro mês de vida, e quando ela é colocada na posição correcta à mão, existe uma tensão muscular significativa de um lado, e mesmo nódulos proeminentes no músculo podem ser vistos. Se não for detectado e tratado cientificamente, o estrabismo pode causar graves deformidades de saúde, não apenas um “pescoço torto”, mas também deformidades da cabeça, estrabismo, desenvolvimento facial assimétrico, escoliose e uma série de outros problemas que podem afectar seriamente a saúde física e mental do paciente. A detecção precoce e o tratamento científico do pescoço é particularmente importante. Geralmente, as crianças com menos de um ano de idade podem ser tratadas de forma conservadora através de manipulação diária, esticando o músculo esternocleidomastóide contraído puxando e, se possível, fixando o pescoço ao lado oposto com um saco de areia na hora de dormir, o que é geralmente eficaz. Em crianças maiores, se o tratamento conservador durante seis meses a um ano não for eficaz, recomenda-se a cirurgia agressiva para evitar outras deformidades que possam causar defeitos cosméticos permanentes. O procedimento é normalmente uma esternocleidomastoidotomia ou, dependendo da situação, uma plicatura. A cirurgia não é muito invasiva e o resultado é satisfatório quando se faz posteriormente uma cinta cervical ou gesso.