A situação em que não há coração fetal aos 70 dias mas este aparece aos 80 dias deve-se principalmente à duração do ciclo menstrual e da ovulação, que resulta no aparecimento tardio do coração fetal, enquanto a ecografia é feita para o detetar numa fase relativamente precoce, por isso não é que não haja coração fetal aos 70 dias, é apenas que o coração não foi detectado no início. Outra situação rara é um erro de diagnóstico. Nas fases iniciais da gravidez, para observar se o embrião parou de se desenvolver, é necessário observar o batimento cardíaco do feto durante mais de 2 minutos durante a ecografia. Se não houver batimentos cardíacos fetais durante mais de 3 minutos, é preferível medir a gonadotrofina coriónica humana no sangue e fazer uma avaliação global com base na duplicação da hormona. Se não houver batimentos cardíacos fetais no início e depois voltarem a aparecer, a paciente deve voltar ao consultório após uma semana para esclarecer o desenvolvimento do embrião através de ecografia ginecológica, testes hormonais e outros exames. Se se determinar que se trata de um feto vivo, é necessário compará-lo com a semana de gestação para ver se há um atraso no desenvolvimento do embrião, ou se o embrião teve uma implantação tardia e está agora a desenvolver-se normalmente. Se for a causa do atraso do desenvolvimento embrionário, é necessário um tratamento adequado de preservação da fertilidade, como a utilização de terbutalina, comprimidos estabilizadores dos rins e outros medicamentos chineses patenteados. Se a semana de gestação e a época da menopausa coincidirem e o embrião se desenvolver normalmente, a gravidez pode ser continuada, sendo apenas necessário prestar atenção aos controlos obstétricos regulares e dirigir-se atempadamente ao hospital se sentir algum desconforto.