Tanto a hiperemese gravídica erosiva como o coriocarcinoma são doenças malignas que pertencem à doença das células trofoblásticas da gravidez. As principais diferenças entre o estafiloma erosivo e o chorocarcinoma incluem a malignidade, a doença secundária e o tecido focal, como segue: Primeiro, a malignidade: o estafiloma erosivo é menos maligno do que o chorocarcinoma e tem um melhor prognóstico, enquanto o chorocarcinoma é extremamente maligno, metastático e disseminado, com uma taxa de mortalidade superior a 90% antes da introdução da quimioterapia. Segundo, doença secundária: todos os casos de estafiloma erosivo são secundários a uma gravidez de estafiloma. O coriocarcinoma pode ser secundário a uma gravidez de estafiloma, mas também pode ser secundário a uma gravidez de não estafiloma, ou seja, quando é detectado um aborto, nascimento a termo ou gravidez ectópica, se for um tumor trofoblástico gestacional, é um coriocarcinoma, e não um estafiloma erosivo. Em terceiro lugar, tecido focal: se vilosidades ou vilosidades degeneradas forem vistas no tecido focal, o diagnóstico é estafiloma erosivo. Se apenas forem observadas manchas de infiltração trofoblástica e hemorragia necrótica, e não forem visíveis estruturas de vilosidades, o diagnóstico é de chorocarcinoma.