Sobre “Sibilância laríngea”

A sibilância é uma das manifestações clínicas mais comuns no período neonatal, sendo causada pela turbulência no fluxo de ar através de segmentos estreitos da via aérea e está frequentemente associada à sibilância como primeiro sintoma, em alguns casos com engasgamento ou vómitos e dispneia. É fácil diagnosticar a condrodisplasia laríngea congénita apenas com base nas manifestações clínicas, negligenciando a procura de evidências objectivas de outras patologias orgânicas, o que resulta num diagnóstico errado ou falhado. A causa mais comum de estridor laríngeo congénito tem sido o amolecimento congénito da cartilagem laríngea, responsável por 60-70% dos casos, seguido de paralisia das cordas vocais e estenose subglótica. A causa mais comum de sibilância laríngea em recém-nascidos e bebés é a condrodisplasia, com sintomas aparentes por volta das 2 semanas de idade e que desaparecem na maioria dos casos por volta dos 1,5 a 2 anos de idade. 10% dos casos de condrodisplasia requerem intervenção cirúrgica. 2. Os casos graves de condrodisplasia em bebés e crianças apresentam frequentemente os seguintes sintomas: sibilância laríngea inspiratória, depressão da fossa esternal superior, depressão da fossa esternal inferior, dificuldades de alimentação, dispneia, cuspidelas, atraso no desenvolvimento e cianose, Atraso no desenvolvimento e cianose, palidez. 3. classificação: A prega ariepiglótica colapsa na entrada da laringe, a prega ariepiglótica é demasiado curta e a ariepiglote está deslocada posteriormente.