Como tratar a epilepsia pediátrica

  A epilepsia, vulgarmente conhecida como “vento de ovelha”, é uma síndrome neurológica complexa e recorrente com causas complexas que são comuns na infância. É um ataque convulsivo causado por disfunção paroxística temporária do cérebro. As causas são primárias e secundárias. As manifestações clínicas são contracções musculares recorrentes e anomalias transitórias da consciência, sensação e emoção. Isto deve-se principalmente ao desenvolvimento incompleto do sistema nervoso em crianças e à estimulação do córtex cerebral, resultando em disparos anormais excessivos. A maioria das crianças está inconsciente, com os olhos fechados ou semi-abertos, olhos enrolados para cima, dentes fechados, cantos da boca a contrair-se, cabeça inclinada para trás, membros repetidamente flexionados e estendidos, lábios feridos, e tónico corporal, durando de 10 segundos a vários minutos. A epilepsia é uma doença crónica com uma variedade de causas e manifestações clínicas, e o primeiro passo é identificar a causa para determinar o diagnóstico. A maioria das crianças com epilepsia pode ser controlada ou curada se seguir as instruções do seu médico e tomar a sua medicação a tempo e na quantidade certa.  A maioria das crianças com epilepsia foi diagnosticada e deve ser tratada precocemente.  1. terapia com medicamentos: Os medicamentos incluem fenobarbital, fenitoína de sódio, carbamazepina, valproato de sódio, paroxetina, etosuximida, clonazepam, topiramato. Escolha o medicamento correcto de acordo com o tipo de epilepsia.  2. tratamento etiológico: secundário a tumores cerebrais, encefalite, doença cerebrovascular e algumas doenças metabólicas, etc. O tratamento da epilepsia deve também remover a causa.  3. imunoterapia: algumas crianças com baixa imunidade podem receber reforços imunitários.  4. tratamento sintomático: Flupredinol ou Tebretol podem ser utilizados para convulsões combinadas com distúrbios mentais.  Tratamento cirúrgico: (1) Indicações para o tratamento cirúrgico: as convulsões não podem ser controladas; lesões localizadas unilaterais ou anomalias corticais podem ser removidas se houver uma localização clara.  (2) Métodos cirúrgicos comuns: ① excisão da lesão cortical; ② lobectomia temporal anterior; ③ excisão da cortical hemisférica; ④ tratamento cirúrgico estereotaxico da epilepsia.