Se a vacina pode ou não ser administrada para uma diarreia leve depende das circunstâncias individuais do paciente. Se a diarreia for ligeira e não acompanhada de outros sintomas anormais, e se o paciente não for alérgico à vacina, a vacina é geralmente aceitável. Contudo, se a diarreia ligeira for acompanhada de dor abdominal, náuseas, vómitos e febre, a vacina não é recomendada. Se a diarreia for apenas ligeira, é provável que esteja relacionada com uma dieta pobre e que o corpo não esteja inflamado e infectado. No entanto, para estar do lado seguro, é aconselhável reportar a sua situação pessoal ao pessoal médico e, se for possível remarcar a vacinação, é ainda aconselhável esperar até que os sintomas de diarreia tenham desaparecido completamente antes de administrar a vacina. Se tiver uma leve diarreia, acompanhada de dor abdominal, náuseas, vómitos ou mesmo febre, esta é mais frequentemente associada a infecções virais, bacterianas ou outras infecções patogénicas. Neste momento, o organismo pode estar num período de infecção inflamatória aguda, e as Directrizes Técnicas de Vacinação contra o Novo Coronavírus (Primeira Edição) emitidas pela Comissão de Cuidados de Saúde, indicam claramente que a vacina contra o Novo Coronavírus não deve ser administrada nestes casos, uma vez que isto pode reduzir o efeito de resposta imunitária da vacina e pode também agravar o desconforto gastrointestinal e as reacções adversas à vacinação.