A fertilização in vitro e a transferência de embriões (IVF-ET) é frequentemente referida no nosso país como “fertilização in vitro”. De facto, a fertilização in vitro é uma técnica especial em que o óvulo e o esperma são levados para fora do corpo e autorizados a completar o processo de fertilização num ambiente artificialmente controlado fora do corpo, e depois os embriões iniciais são transferidos para o útero da mulher, onde são concebidos como uma criança. Os bebés produzidos utilizando técnicas de fertilização in vitro são chamados FIV e estas crianças também crescem no útero da mãe. Poder-se-ia dizer que a “técnica FIV” é a mesma que a “fertilização in vitro”. A FIV é uma forma de reprodução assistida em que os embriões são formados por fertilização in vitro e transferidos para a cavidade uterina. Indicações: 1. transporte de gâmeta deficiente por várias razões. 2. perturbações da ovulação. 3. endometriose, etc. 4.Low spermatozoa, spermatozoa fracos e teratozoa. 5. factores imunológicos. 6. infertilidade de origem desconhecida. O processo de FIV é complexo, com recuperação de ovos quando os folículos estão maduros e transferência na fase apropriada da cultura embrionária. Por conseguinte, é importante seguir as instruções do médico para o exame e medicação, a fim de garantir a eficácia do tratamento.