Durante o início da pancreatite aguda, é necessário jejuar temporariamente e não pode comer carne; a pancreatite crónica pode comer uma pequena quantidade de carne, mas evitar uma dieta excessivamente rica em gorduras e proteínas.
1) A pancreatite aguda é devida à auto-digestão do tecido pancreático, resultando em edema pancreático, hemorragia, necrose, etc. As manifestações clínicas são principalmente dor abdominal, náuseas e vómitos. Existem muitos factores de morbilidade e muitas pessoas desenvolvem pancreatite depois de comerem em excesso.
Durante o ataque agudo de pancreatite, os pacientes precisam de jejuar temporariamente, não podem comer carne, isto é para inibir a secreção de líquido pancreático, reduzindo assim a enzima pancreática na auto-digestão do pâncreas, desempenham um papel no abrandamento da progressão da doença.
Depois de os sintomas de dor abdominal desaparecerem e os intestinos ficarem vazios, pode considerar-se a possibilidade de retomar gradualmente uma dieta normal, começando com uma dieta semi-líquida e passando gradualmente para uma dieta líquida, devendo notar-se que não é aconselhável consumir alimentos ricos em gordura no início, sendo necessário progredir passo a passo.
2) A pancreatite crónica é uma inflamação do pâncreas acompanhada de danos na secreção interna e externa do pâncreas. Uma vez que a função exócrina é reduzida, o doente apresenta distensão abdominal, dispepsia e outros sintomas, pelo que os doentes com pancreatite crónica não devem consumir demasiada carne, evitando uma dieta excessivamente rica em gorduras e proteínas.
As dietas específicas para a pancreatite devem ser consultadas com um profissional médico.