O rastreio do colo do útero, ou seja, os testes TCT e HPV, custa cerca de setecentos euros. Os testes de rastreio de rotina são recomendados para todas as mulheres sexualmente activas. Com a implementação do rastreio do cancro do colo do útero, muitas mulheres conseguiram detetar atempadamente lesões pré-cancerosas e foram aliviadas através de tratamentos cirúrgicos, tendo sido impedidas de desenvolver cancro do colo do útero. Antes dos 25 anos, só é possível verificar o TCT, que é um exame citológico de camada fina à base de líquido cervical, centrado na existência ou não de lesões cervicais, e o resultado sugere: inflamação, ASC-US, baixo grau, alto grau, carcinoma in situ e cancro do colo do útero. As mulheres com mais de 25 anos podem ser ativamente rastreadas com o TCT e o HPV, o TCT é recomendado uma vez por ano, enquanto o HPV pode ser rastreado uma vez a cada 3 anos, se for negativo. O HPV é um teste de papilomavírus humano, e a maioria das mulheres sexualmente activas foi infetada com o HPV em 80 a 90 por cento dos casos, a maioria dos quais pode ser eliminada pela sua própria imunidade, mas se persistir por mais de 2 anos, deve ser acompanhada. No entanto, se a infeção persistir por mais de 2 anos, deve ser acompanhada de perto e, se necessário, deve ser efectuada uma biópsia do tecido cervical sob colposcopia para excluir a possibilidade de lesões. O cancro do colo do útero é um dos tumores malignos mais comuns nas mulheres, mas pode ser prevenido e detectado numa fase precoce através de um exame ativo.