A gastrite atrófica crónica na fase activa significa que o paciente tem gastrite atrófica e se encontra na fase progressiva da doença. Isto significa que o paciente tem uma gastrite crónica com alterações atróficas na mucosa gástrica e que a infiltração de células inflamatórias crónicas, principalmente linfócitos e plasmócitos, pode ser vista na camada da mucosa gástrica. De facto, a gastrite atrófica crónica é também uma forma de gastrite crónica, excepto que sofreu alterações atróficas na mucosa gástrica e quando está activa, o paciente apresentará sintomas clínicos tais como dor abdominal, inchaço, náuseas, vómitos, refluxo ácido e indigestão. O tratamento de pacientes com gastrite atrófica baseia-se principalmente em agentes protectores da mucosa gástrica. Quando os pacientes têm dor abdominal, também podem ser tratados com medicamentos que inibem a secreção de ácido gástrico, tais como omeprazol ou lansoprazol, conforme o caso. Contudo, os pacientes com gastrite atrófica devem ser acompanhados de perto, aproximadamente uma vez em cada três a seis meses, com uma gastroscopia electrónica mais um exame patológico para compreender a progressão das lesões atróficas da mucosa gástrica e, se necessário, pode ser necessária uma cirurgia profiláctica.