A ressecção endometrial histeroscópica não teve efeito significativo no fluxo sanguíneo arterial a todos os níveis do útero. A eficácia pós-operatória estava relacionada com alterações na resistência do fluxo sanguíneo uterino pós-operatório, ou seja, melhor eficácia era observada se a resistência do fluxo sanguíneo pós-operatório fosse superior à do pré-operatório. A cirurgia resultou numa redução da resistência do fluxo arterial ovariano, sem efeito significativo na função ovariana.