Será que as crianças com epilepsia vão deixar de ter epilepsia?

Alguns tipos de epilepsia, como a epilepsia pediátrica benigna, podem ser controlados com medicação regular e com o desenvolvimento gradual do sistema nervoso. Se a criança tiver crises recorrentes, os pais devem consultar um hospital para obter um diagnóstico claro e compreender o prognóstico da doença. Os tipos mais comuns de epilepsia infantil: 1. epilepsia pediátrica benigna: uma das síndromes de epilepsia mais comuns na infância, representando cerca de 1/5 da epilepsia pediátrica, com uma predisposição genética, que se inicia sobretudo entre os 5 e os 10 anos de idade. A epilepsia está intimamente relacionada com o sono e apresenta-se como crises de movimento parcial simples que frequentemente se generalizam para crises generalizadas e não afectam o desenvolvimento intelectual da criança. O prognóstico é bom e as crises param frequentemente aos 15 anos de idade. 2, convulsões de espasmo tónico generalizado: também conhecidas como convulsões de grande mal, manifestadas como uma perda súbita de consciência, seguidas de convulsões espásticas forçadas generalizadas, com apneia, etc. 3) Estado de mal epilético persistente: duração superior a 30 minutos, ou crises repetidas durante as quais a consciência não regressa. 4) Epilepsia infantil com perda de consciência: suspensão súbita das actividades em curso e olhar fixo, recuperando normalmente em 5 a 15 segundos, podendo continuar as actividades anteriores à crise e não se recordando da crise posteriormente. Se uma criança apresentar sintomas de convulsões, deve ser imediatamente observada num hospital. A medicação precoce pode evitar danos desnecessários. Embora a epilepsia benigna nas crianças pare quando crescem, as convulsões na infância também precisam de ser tratadas com medicação rapidamente para evitar sequelas.