E a desnutrição vulvar?

A distrofia vulvar, ou leucoplasia vulvar, é geralmente benigna, mas também existe a possibilidade de alterações malignas. O principal tratamento para a distrofia vulvar é a utilização de pomada, principalmente para remover o calor, as toxinas e a humidade e, em casos graves, podem ser utilizados glucocorticosteróides tópicos, como o creme de hidrocortisona, que têm de ser utilizados durante um longo período de tempo, e combinados com fisioterapia, como lasers, crioterapia, raios infravermelhos, etc. Se o efeito do tratamento conservador com medicamentos não for bom ou for ineficaz, pode optar-se pela cirurgia. A distrofia vulvar está intimamente relacionada com distúrbios nutricionais vasculares, distúrbios endócrinos, desequilíbrio da flora vaginal, neurodermatite, etc. Também é afetada por genes, autoimunidade, falta de hormonas sexuais, etc. Também é induzida por não prestar atenção à higiene da vulva e por coçar repetidamente a vulva quando está molhada. O principal sintoma da leucoplasia vulvar é o prurido intenso na vulva, que é relativamente longo, associado a ardor local, formigueiro e até edema, ulceração, etc. O diagnóstico pode ser confirmado através da recolha de secreções para exame patológico. Em suma, é necessário prestar atenção para manter a vulva limpa e higiénica, proibir a utilização de líquidos demasiado estimulantes para lavar a vulva, como sabão ou a utilização prolongada de uma solução de limpeza vulvar. Usar calças ventiladas e respiráveis e comer alimentos menos condimentados e estimulantes, o que ajudará na recuperação da doença. Se o tratamento conservador for ineficaz, a excisão da lesão é um meio eficaz de erradicar a doença.