Endodontia e doença periapical

  Doenças endodônticas e periapicais Como conhecemos a doença dentária mais comum, a cárie dentária, o que acontecerá se a cárie dentária não for tratada e preenchida a tempo? A resposta só pode ser um agravamento! O que mais pode ser feito?  A estrutura microscópica da dentina, como já mencionámos, é um pequeno canal oco, e uma vez que a cárie se tenha desenvolvido profundamente na dentina, as bactérias podem facilmente entrar perto da polpa. Estudos demonstraram que dentro de 2mm da polpa, mesmo que não haja fuga de polpa, a polpa pode ser infectada, o que é frequentemente referido como “pulpite”. E assim a dor começa.  Nas fases iniciais da infecção da polpa, que também é clinicamente conhecida como “pulpite reversível”, o dente pode experimentar uma sensibilidade transitória em resposta a estímulos quentes ou frios. O quê? Já alguma vez a teve? Então consulte o seu médico. O que é que já teve? Não tem cáries dentárias? Ou não reparou, ou a cavidade está escondida; ou a polpa está cheia de sangue devido a outras razões, tais como um “defeito em forma de cunha” perto da gengiva, que é o local mais próximo da polpa; ou pode ter problemas periodontais; sim, também pode acontecer quando se morde um objecto duro e se parte um dente. Ah 。。。。。 Em qualquer caso, isto não acontecerá a bons dentes!  O enchimento de sangue aumenta, entram mais bactérias, e a polpa começa a “pingar polpa”. (Não percebe? Já alguma vez viu gelado? Do tipo que derrete!) A exsudação provoca um aumento gradual da pressão na câmara da polpa e a dor começa a aumentar em intensidade e duração. Este processo de agravamento é clinicamente conhecido como “pulpite crónica ou aguda”, dependendo da velocidade e intensidade da dor. O principal sintoma na fase aguda pode ser uma dor palpitante persistente durante a noite e uma dor de cabeça.  O eventual desenvolvimento de uma pulpite resultará numa necrose pulpar e num curto período de alívio da dor (não fique contente!!!). Mais tarde, progride para a fase “periapical”, onde o dente fica inchado, alongado e, em casos graves, inchado. É importante notar que existe uma forma crónica de pulpite que pode ocorrer sem qualquer desconforto notório desde o início da doença até à necrose e até às lesões radiculares. Muitos pacientes não sabem que existe um problema até desenvolverem uma “fístula” na gengiva. É por isso que a detecção precoce e a detecção é tão importante.  Quando se trata de tratamento, não há mais nada, excepto a fase precoce de “enchimento de polpa”, que pode ser aliviada com medicamentos e, em alguns casos, pode curar espontaneamente, mas a maioria requer o protocolo de “tratamento de canal radicular + aparelho”.