O que é uma ressonância magnética?

MRI significa Magnetic Resonance Imaging, uma técnica de imagem médica que utiliza prótons de hidrogénio no corpo humano para produzir fenómenos de ressonância magnética sob a acção de impulsos específicos de radiofrequência, e pode ser utilizada para examinar vários sistemas em todo o corpo. É mais amplamente utilizada clinicamente e tem as vantagens da ausência de radiação nociva, alta resolução de tecidos moles, imagens multi-parâmetros e multi-sequências, e ausência de agente de contraste. Em comparação com o raio-X, a RM tem a vantagem de ser multi-paramétrica e multi-sequencial, o que ajuda na detecção, diagnóstico e diferenciação de doenças. A RM também tem a vantagem de poder visualizar sistemas que contêm líquidos, tais como o tracto gastrointestinal, sem a utilização de quaisquer agentes de contraste, de modo a que a RM possa reflectir claramente o estado de perfusão do sangue e seja útil na detecção de congestão e isquemia em algumas áreas delicadas. Isto significa que a RM pode reflectir claramente o estado de perfusão do sangue e pode reflectir com precisão o congestionamento e a isquemia em áreas precisas. Além disso, a ressonância magnética não é radioactiva e é mais segura do que a tomografia computorizada e a radiografia tradicional. Contudo, a RM é mais cara do que as radiografias e a TC e demora mais tempo a realizar, normalmente 10-30 minutos para examinar uma área, pelo que requer um elevado nível de cooperação do paciente. Além disso, os pacientes com implantes metálicos nos seus corpos, tais como pacemakers, e aqueles que precisam de transportar um monitor durante longos períodos de tempo devem evitar a ressonância magnética, pelo que esta não está completamente disponível universalmente.