Tanto a lavagem de tubos como a histerosalpingografia são comummente usadas para testar a infertilidade e são ambos métodos minimamente invasivos. Ambos envolvem a inserção vaginal de um tubo de borracha na cavidade uterina, que tem aproximadamente 3mm de diâmetro e normalmente não requer dilatação. A diferença é que a trompa é preenchida com soro fisiológico e a pressão é sentida à mão ou representada por uma máquina para determinar o grau de patência das trompas de falópio. Em vez de injectar soro fisiológico, a imagem é feita injectando um contraste contendo iodo através da trompa, que é visto na radiografia e filmado. A série de filmes é capaz de mostrar dinamicamente o contraste que preenche a cavidade uterina, passando através dos oviductos e difundindo-se através da pélvis. A luminescência é simples, não é injectado contraste contendo iodo, não é recebido raio-x e nem sequer interfere com a tentativa de conceber esse mês. O teste pode revelar que ambos os tubos são incompetentes, mas quando um dos lados é incompetente, o teste não pode dizer qual dos lados é incompetente. Uma descoberta de “incompetência” pode causar muita confusão no diagnóstico. Uma imagem pode mostrar claramente se todas as condutas estão abertas, que lado não está aberto e em que parte das condutas estão bloqueadas. Também mostra a morfologia da cavidade uterina, a presença de anomalias como o septo longitudinal, o bicornato unicornato uterino e a difusão do meio de contraste na pélvis, sendo que estes dois últimos não são possíveis com fluidos. É também importante saber que tanto a imagiologia como a aspiração podem ter resultados falso positivos (um tubo patenteado dando um resultado não palpável devido a espasmo tubular) ou resultados falso negativos (um tubo não palpável dando um resultado patenteado. Qual é o melhor método a utilizar para a infertilidade? É melhor seguir o conselho do seu médico. Se não for alérgico ao iodo e tiver acesso ao raio-X, pode saber mais utilizando o método de imagem.