Caso de uma criança com paralisia cerebral espástica curada

  Nos últimos anos, com o conhecimento generalizado da paralisia cerebral e métodos de tratamento inovadores, os resultados clínicos têm vindo a melhorar, e algumas crianças com paralisia cerebral têm melhorado a sua deficiência motora e podem andar como pessoas normais. Algumas crianças com paralisia cerebral alcançaram o seu desejo de poderem cuidar de si próprias, e estão a avançar para começar uma nova vida. O pessoal médico que trabalha no campo da paralisia cerebral está muito satisfeito por ver esta boa notícia, e os pais que já andam por aí há muito tempo podem finalmente pôr os seus corações à vontade.  Quais são os efeitos da paralisia cerebral na criança?  A paralisia cerebral é uma síndrome de lesão cerebral não progressiva causada por uma variedade de factores durante as fases iniciais do desenvolvimento cerebral, desde antes do nascimento até um mês após o nascimento. As principais manifestações são anomalias posturais e disfunções motoras. Estudos descobriram que existem diferentes tipos de paralisia cerebral, incluindo paralisia cerebral espástica, paralisia cerebral ataxica e paralisia cerebral tardive. A paralisia cerebral espástica é responsável por uma grande proporção da paralisia cerebral na prática clínica, sendo responsável por mais de 70% de todos os casos.  Como é tratada a paralisia cerebral espástica?  A maioria dos especialistas tem uma filosofia de tratamento comum para a paralisia cerebral: reabilitação – intervenção cirúrgica – reabilitação direccionada – psicoterapia – reintegração social. – reintegração social. Na prática clínica, são realizados diferentes procedimentos cirúrgicos para diferentes tipos de paralisia cerebral. A maioria das crianças com paralisia cerebral espástica tem frequentemente um tónus muscular elevado que causa falha do calcanhar, marcha em tesoura, fecho interior do polegar e punhos cerrados.