O “plasma médio”, coriorretinopatia retiniana do plasma central, é prevalente em pessoas jovens e de meia-idade, com mais homens do que mulheres. Existem frequentemente causas desencadeantes, falta de sono, stress, alterações de humor, vida irregular, etc. Trata-se de uma rutura da barreira externa da retina, que provoca a fuga de líquido dos capilares da coroide através da lesão do EPR, resultando no descolamento do neuroepitélio da retina. Geralmente, ocorre uma perda súbita e ligeira da visão num dos olhos, escurecimento e distorção da visão com uma área escura central. Existe uma lesão edematosa de forma arredondada na região macular do fundo do olho. Pode ocorrer uma pigmentação irregular durante o período de recuperação. Após a cicatrização, a visão é restaurada, mas pode ficar com distorção e tamanho reduzido dos objectos visuais. Autocura-se em cerca de 3-6 meses. A recorrência é possível. A doença é auto-limitada, não existe um tratamento medicamentoso eficaz e a ênfase é colocada na remoção da causa da doença.