Não existe um açúcar de pressão intraocular normal, mas sim uma pressão intraocular normal. O olho é uma cavidade selada que contém conteúdo, e a pressão do conteúdo do olho que actua na parede do olho é conhecida como pressão intraocular normal, ou PIO. Em condições fisiológicas normais, a pressão intraocular não é constante e pode variar ligeiramente. Numa pessoa normal, a diferença entre as variações diurnas e nocturnas da pressão intraocular deve situar-se entre 2 e 4 mmHg. O intervalo normal atual da PIO é de 10 a 21 mm Hg. É habitualmente medida com um tonómetro de Schiφtz, com um valor médio de 15 a 16 mm Hg e 21 mm Hg como limite superior do normal. 22 a 23 mm Hg é o intervalo suspeito e deve ser investigado mais aprofundadamente, habitualmente com medições múltiplas e precisas. Se for superior a 24 mm Hg, deve ser considerada patológica em conjunto com outros indicadores. A pressão intraocular excessiva pode ser devida a glaucoma ou hipermetropia. Normalmente, se o glaucoma for diagnosticado, são necessários muitos outros indicadores, como a pressão intraocular de 24 horas, o exame do campo visual, o exame do fundo do olho, a ceratoscopia da câmara anterior e o exame da espessura central da córnea, para se fazer uma avaliação exaustiva. Se o diagnóstico de glaucoma já tiver sido confirmado, é necessário baixar a pressão intraocular a tempo de ser tratada, caso contrário, acabará por provocar danos irreversíveis no nervo ótico e perda de visão, bem como defeitos no campo visual.