Expulsar um espigão de peixe por tosse depois de este se ter alojado na garganta pode proporcionar algum alívio, e é aconselhável procurar cuidados médicos nesta altura, quer ainda existam ou não sintomas óbvios.
O comprimento e a forma do espigão de peixe alojado na garganta não podem normalmente ser observados pelo próprio paciente a olho nu. Os espigões de peixe mais compridos que se tenham partido na garganta ainda podem ser deixados para trás, mesmo que tenham sido parcialmente expelidos por tosse, e o exame por laringoscopia pode esclarecer se o espigão de peixe foi eliminado e, em caso afirmativo, pode ser removido prontamente por um médico.