ADH, também conhecido como vasopressina (AVP), é um pequeno peptídeo constituído por nove resíduos de aminoácidos, também conhecido como arginina pressurizada. A HDA é uma hormona peptídeo constituída por nove aminoácidos que é sintetizada nos núcleos supraópticos e paraventriculares do hipotálamo e transportada através do feixe hipotálamo-pituitário para os lóbulos nervosos pituitários (lóbulos posteriores) para armazenamento, daí o nome hormona pituitária posterior. A HDA é secretada na corrente sanguínea quando necessário e transportada através da corrente sanguínea para órgãos-alvo de acção, principalmente no rim e fígado. A ADH é secretada no sangue e actua sobre os receptores V2 nas membranas celulares basais dos ductos colectores e túbulos convolutos distais do rim, activando a adenilato ciclase, aumentando a adenosina monofosfato cíclica nas suas células epiteliais e a aquaporina fosforilizante 2 (AQP2) na membrana celular, aumentando a permeabilidade da membrana luminal e abrindo “canais de água”, resultando num aumento da reabsorção de água e urina Isto leva ao aumento da reabsorção de água e concentração de urina, resultando num marcado efeito anti-diurético. O que causa o aumento da secreção da hormona antidiurética (ADH)? O aumento da secreção da hormona antidiurética (ADH), que não é regulada pela osmolalidade plasmática, leva a uma série de manifestações clínicas incluindo retenção de água, aumento da excreção urinária de sódio, e hiponatremia dilucional. Para além da lesão craniocerebral grave, lesão da polpa cervical, infecção intracraniana grave e a fase aguda da doença cerebrovascular (10%-14%), existem também tumores malignos e tumores pulmonares, entre outros.