Quando ocorrem sintomas de tonturas, é importante que o paciente coopere com o médico no exame e que não entre em pânico. Os sintomas podem variar de acordo com a idade e a doença em consideração pode variar, pelo que os testes para determinar e excluir a causa também podem variar. Nos idosos, a tontura está mais frequentemente associada a doenças cardiovasculares e cerebrais, e é normalmente verificada para pressão arterial, contagem sanguínea, viscosidade sanguínea, electrocardiograma, imagem cardíaca, TAC craniana ou ressonância magnética. A maioria das tonturas nos jovens está associada a espondilose cervical, hipertensão, hipoglicemia, anemia, etc. Os doentes são observados para sintomas de acompanhamento e são normalmente examinados para a tensão arterial, açúcar no sangue, análises sanguíneas de rotina, TAC ou ressonância magnética do pescoço. Nas crianças, as tonturas são menos comuns e menos descritivas. A maioria dos sintomas estão associados a uma saúde mental deficiente e precisam de ser avaliados quanto a constipações e anemia. As análises ao sangue são geralmente feitas e, se necessário, é feita uma TAC ao tórax para esclarecer a presença de pneumonia. Estas análises têm de ser combinadas com os sintomas que as acompanham e não serão feitas cegamente, especialmente se forem invasivas. A tontura causada por mau humor ou sono pode geralmente desaparecer com a modificação do estilo de vida e, portanto, não requer muitos testes. Como mencionado acima, as causas de tonturas variam frequentemente de idade para idade e os testes realizados serão diferentes, pelo que a escolha dos testes dependerá do paciente individual.