A estenose espinal cervical é dividida em estenose espinal cervical congénita e estenose espinal adquirida. A estenose espinal congénita deve-se principalmente a causas de desenvolvimento. A estenose espinal adquirida é mais comum na prática clínica e deve-se principalmente à hérnia de discos, ligamentos hipertróficos, ligamentos longitudinais posteriores calcificados e artrogripose, o que pode levar a uma redução do volume do canal espinhal e compressão da medula espinal nervosa, resultando numa série de sintomas. A estenose espinal cervical é causada principalmente pela compressão da medula espinal, que restringe a função de condução da medula espinal e pode levar a dificuldades em segurar coisas nos membros superiores, por exemplo, movimentos finos, tais como pinos de segurar ou pequenos objectos. O sintoma mais típico é uma sensação de algodão nas solas dos pés, que equivale a uma sensação oscilante ao caminhar, uma sensação de que as solas dos pés estão a pisar uma pilha de algodão, tornando-os instáveis e caindo sobre eles. As principais causas são congénitas e adquiridas. As causas congénitas são relativamente raras na prática clínica, enquanto que as causas adquiridas se devem principalmente à degeneração da coluna cervical. A degeneração cervical, tais como problemas de disco, hiperplasia ligamentar, hipertrofia, osteófitos e ossificação dos ligamentos, pode causar estenose espinal cervical.