A doença é completamente curável. A ablação por radiofrequência do cateter é o tratamento mais eficaz para a taquicardia paroxística, e a técnica está agora bem estabelecida, com altas taxas de sucesso, poucas complicações e rápida recuperação.
Contudo, o procedimento também comporta o risco de complicações como pseudoaneurisma, fístula arteriovenosa, pneumotórax, bloqueio atrioventricular e tamponamento cardíaco, e os médicos tentarão minimizar ao máximo o risco de complicações.