1. os LIOs são classificados de acordo com a sua colocação: podem ser classificados como LIOs fixos de câmara anterior, LIOs fixos de íris e LIOs fixos de câmara posterior. Normalmente, o melhor lugar para colocar uma LIO é dentro da cápsula da lente natural, que é a localização da LIO fixa da câmara posterior, onde a LIO pode ser melhor posicionada, sem atrito com os tecidos circundantes e com menos inflamação. Contudo, em alguns casos especiais, o oftalmologista pode colocar a LIO noutra posição, por exemplo, para pacientes com erro refractivo corrigido, a lente natural pode ser retida e uma lente intra-ocular cristalina (PIOL) pode ser implantada; ou para pacientes com complicações tais como ruptura da bolsa capsular durante a cirurgia, uma LIO de câmara anterior ou uma LIO de câmara posterior pode ser implantada com fixação de sutura. 2. classificação de acordo com o tamanho da incisão cirúrgica: LIO duro: Geralmente duro e inelástico em textura, com um diâmetro de 5,5-6 mm, depois é necessária uma incisão cirúrgica de 6 mm para a implantar no olho, com uma incisão relativamente grande e uma reacção pós-operatória pesada. LIO dobrável: Com o desenvolvimento e popularidade da cirurgia de emulsificação por ultra-sons, a fim de implantar a LIO desde uma incisão muito pequena, um cristal que pode ser dobrado ou enrolado foi concebido e fabricado em 1984, e só foi utilizado e melhorado na última década. 3.Classification de acordo com a função: LIOs multifocais: Os LIOs multifocais estão divididos em tipos refractiva e difractiva. (1) O conceito de tipo refrativo é relativamente simples, na sua maioria lentes biconvexa com 3-5 áreas refractivas de diferentes dioptrias na superfície frontal, com diferentes áreas responsáveis pela imagem distante ou quase focalizada, e a imagem depende do tamanho da pupila, e a qualidade da imagem é muito afectada pelo tamanho da pupila e pelo desvio da lente artificial. Este tipo de cristal é representado, por exemplo, pelo ReZoom da AMO. (2) O tipo difractivo de superfície óptica adopta uma técnica de difracção progressiva escalonada, apresentando um desenho escalonado em 12 círculos concêntricos com uma altura entre 0,3 e 1,2 µm e uma largura de degrau decrescente no mesmo padrão, sendo a zona periférica a zona refractiva. A estrutura de difracção progressiva escalonada mistura-se com a zona de refracção periférica, permitindo que a distribuição da energia luminosa favoreça gradualmente o foco distante à medida que a pupila aumenta de tamanho. Esta redistribuição da energia da luz conduz inevitavelmente a uma redução da qualidade visual e à ocorrência de perturbações visuais (clarões, halos). Exemplos de tais cristais são o ReSTOR da Alcon.